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domingo, 19 de setembro de 2010

POTENCIALIDADES DO VALE - CARCINICULTURA


    Atualmente no estado do Rio Grande no Norte a carcinicultura (criação de camarão) exerce lugar de respeito entre as mais variadas práticas econômicas na qual o nosso estado tem acesso.

    A criação do camarão em cativeiro responde como o principal produto de exportação do nosso estado, representando 40% de toda a exportação do Rio Grande no Norte.
    A atividade corresponde ao ramo da aqüicultura que mais cresce em todo o país, tornando o Brasil uma potência competitiva no mercado internacional e contando com apoio intenso de grande parcela dos setores governamentais. Inserido nessa parcela está o nosso estado.
    Nos últimos 40 anos é possível percebermos um notório aumento na expansão da carcinicultura não só a nível estadual, mas também a nível nacional.
    Esse grande avanço se deu principalmente pelo desenvolvimento de novas tecnologias baseadas em pesquisas cientificas realizadas especialmente nas busca de novas fórmulas para tornar constante o desenvolvimento da criação de camarão com base econômica.
    A carcinicultura serve de renda para muitos sertanejos do nosso estado, que encontraram nesse meio econômico o sustento e sobrevivência. O Vale do Açu, por sua vez, é um dos maiores pólos de carcinicultura no Rio Grande do Norte, por possuir grande quantidade de viveiros tanto em pendências, quanto em carnaúbais isso o torna uma base da economia exportadora.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

PETRÓLEO, OURO NEGRO NO VALE - DESENVOLVIMENTO


            O Rio Grande do Norte, assim como o Vale do Açu se encontra, tendo um potencial exorbitante de jazidas de petróleo, que fortalecem a economia dos municípios, tais como, Alto do Rodrigues, Assú, Carnaubais e Pendências, e que junto com a extração nos municípios de Mossoró, Guamaré, Areia Branca e Macau o estado se consolida como o maior produtor de petróleo em terra do Brasil.
O petróleo é a principal fonte de energia do mundo que, juntamente com o gás, representa 52% da totalidade da energia consumida. Não admira, portanto, que os países e as empresas pugnem pelo seu monopólio, fato que deu origem a várias guerras nos últimos 90 anos e plantou 500 plataformas nas profundezas do alto-mar. Na realidade o petróleo encontra-se nas mãos de poucas e poderosíssimas empresas, que dominam completamente o mercado em termos de preços e de concorrência. Só por si no Brasil, a única empresa que administra a extração, produção e distribuição de petróleo é a Petrobras, sendo que movimenta diretamente mais de um milhão de dólares por ano, sendo, por isso, o maior setor de negócios do mundo.
Além do combustível muitos outros produtos utilizam o petróleo como matéria-prima fundamental, os chamados petroquímicos, que fazem com que esta seja  uma indústria deveras atrativa para os investidores. Muita pouca gente faz ideia que vive rodeada desses produtos: cartões de crédito, guarda-chuvas, aspirinas, perfumes e desodorizantes, lentes de contato, roupas, dentaduras, teclas de piano e relógios digitais são apenas alguns exemplos de muitos produtos que este universo oferece.
O desenvolvimento trazido para as cidades que usufruem da extração do petróleo em terra é inalcançável, visto que o petróleo movimenta muito dinheiro – royalties, e esses podem ser revertidos na melhoria da qualidade de vida da população, assim como na infra-estrutura da cidade.

PETRÓLEO, OURO NEGRO NO VALE - A ORIGEM


Petróleo é uma substância oleosa e inflamável, com densidade menor do que a água, com cheiro característico e de cor variando entre o negro e o âmbar, embora muitas discussões, hoje é notório saber que a origem do petróleo é orgânica, tendo sua composição baseada na combinação de carbono e hidrogênio (hidrocarboneto).
A teoria da formação do petróleo mais consistente está ligada a decomposição dos seres que compõem o plâncton, ou seja, decomposição de rochas sedimentares e de restos orgânicos de animais e vegetais depositados no fundo de mares e lagos a milhões de anos, causada pela pouca oxigenação e pela ação de bactérias. Essa acumulação de resíduos orgânicos no fundo de mares e lagos pressionado pelos movimentos da crosta terrestre é necessário para o surgimento do petróleo.
Após formado, o petróleo se desloca até um terreno apropriado para sua concentração, as bacias sedimentares, que por sua vez são formadas por camadas ou lençóis porosos de areia, arenitos ou calcários. O petróleo aloja-se ali, preenchendo os poros rochosos e formando as jazidas, nessa faixa do subsolo são encontrados o gás natural na parte mais alta, e petróleo e água nas mais baixas. 

POTENCIALIDADES DO VALE DO AÇU - DIFUSÃO DA CERÂMICA VERMELHA

      A indústria cerâmica estrutural ou vermelha não se constitui numa nova opção de economia do Rio Grande do Norte, pois já há algum tempo, essa atividade econômica já se desenvolvia no Estado, só que em menor proporção socioespacial. O que de fato é novo é o seu espraiamento e a sua produtividade atual que tem se dado em diversas áreas territoriais do espaço norte-rio-grandense, com uma nova dimensão, de caráter mecanizado, e que traz novas dinâmicas de reprodução social para alguns segmentos populacionais norte-rio-grandenses. Como decorrência dessa dinâmica atual, aumentaram-se os números de empresas, de produção, de comercialização e de geração de empregos, mas também os seus desafios de ordem socioambientais.
Atualmente, existe no estado do Rio Grande do Norte mais de 200 cerâmicas vermelhas produzindo telhas, tijolos e lajotas (sendo essa a produção de menor escala). Essas cerâmicas encontram-se distribuídas principalmente pelos pólos do Vale do Açu, da Grande Natal e do Seridó-Trairi.

Referência: RIO GRANDE DO NORTE: Temáticas Contemporâneas da Reorganização do Território. (1.: Natal: 2007: Rio Grande do Norte. RN) / Maria Cristina Cavalcanti Araújo / Valdenildo Pedro da Silva.

FRUTICULTURA IRRIGADA – POTENCIAL ECONÔMICO E SOCIAL E AMBIENTAL.



A estrutura política e econômica encontrada no Brasil no período pós-64 objetivava a sustentação de um processo de industrialização, atrelado a uma intensiva urbanização. Tanto no setor econômico, quanto no setor agrícola.
Com isso, várias regiões do Brasil foram favorecidas com mudanças no seu sistema de produção, adotando assim, políticas voltadas para o seu desenvolvimento agrícola. Seja para o setor público ou privado.
No Estado do Rio Grande do Norte, está se desenvolvendo rapidamente um desses pólos de agricultura irrigada atrelada a agroindústrias processadoras – O Pólo de fruticultura irrigada Açu/Mossoró. Os produtos oriundos desse pólo, tem ultrapassado as barreiras geográficas da região, se estabelecendo até em regiões extra-nação.
A partir da segunda metade dos anos oitenta, a produção deste pólo foi adquirindo uma nova cara, buscando inovações tecnológicas para melhorar a produtividade em cidades-piloto: Açu, Ipanguaçu, Carnaubais – onde se encontram os grandes projetos privados de irrigação.
É disso que o vale precisa, crescimento e muito desenvolvimento (social, econômico e ambiental). - SUSTENTABILIDADE, essa é a palavra.

domingo, 12 de setembro de 2010

IMPORTÂNCIA SOCIOECONÔMICA DA BARRAGEM ARMANDO RIBEIRO PARA O VALE DO AÇU


Ano de 1983 marcou a região do Vale do Açu, pois se concluíra a barragem Armando Ribeiro Gonçalves, matando a sede das pessoas, e aproximando o desenvolvimento, para região.
Com o térimino da barragem, a economia da região pôde se desenvolver, já que deu a oportunidade para cultivo de novas culturas, que antes não seria possível, pela escassez de água, e agora, pôde-se aplicar a agricultura irrigada, levando também ao   aumento da produçãom do aumento da produçda.ara cultivo de novas culturas, que antes nregi. Com esse aumento, a economia pode  aumentar, já que agora tinha produtos suficiente para vender, e não  apenas, para uso próprio, além de trazer para a região capital de empresas, e assim gerando emprego para a população da região. E ainda deu oportunidade, para uma nova atividade, econômica, que é a pescaria.
E tudo isso, refletiu socialmente,pois, pôde melhorar a qualidade de vida da população, já que as oportunidades aumentaram, tanto com empregos nas empresas, ou como pequenos agricultores, que passaram a ter uma renda familiar, mais estável, e dessa forma, terem um pouco mais de dignidade.